Vinho, o ladrão de egos

“O vinho roubou-me o ego.
Triste fim o meu agora, sem vaidades, sem censuras e sem medo.
Talvez seja engolida e desça pelo ralo, indefesa.
Ou talvez morra feliz, por ter conseguido despir-me das aparências.”

Regiane Avila

Ilustração: Paulo Zerbato

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Uma consideração sobre “Vinho, o ladrão de egos”

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