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Degustando a Vida na Serra Gaúcha, Cave Geisse

Quando visitei a Serra Gaúcha pela primeira vez, fiquei tão encantada que decidi que voltaria para passear por lá do meu jeito, sem  pressa, fotografando, fazendo um pit stop para um pic-nic e um vinho, curtindo, enfim, com tranquilidade.

Na última semana de setembro/2012 estive por lá, e iniciei esse projeto de mostrar para quem não conhece, um pouquinho desse lugar encantador.

Infelizmente, o tempo acabou sendo curto e, como minhas visitas foram longas, de qualidade, acabei deixando de visitar vários lugares.

Felizmente, pretendo voltar em breve, para continuar os passeios e contá-los a vocês.

A ideia é falar dos vinhos sensacionais elaborados naquela região e, além disso, mostrar as paisagens e dar sugestões de lugares para curtir aquele visual.

Comecei pela região de Pinto Bandeira, distrito de Bento Gonçalves, hoje conhecida como região dos Vinhos da Montanha, distante aproximadamente 10 km de Bento Gonçalves. O passeio pela serra é lindo. Além dos parreirais que você vê por todos os lados, havia muita plantação de pêssegos também.

Há várias Vinícolas nesse trecho.

           

Minha primeira parada foi para conhecer a Vinícola Geisse

A Geisse foi fundada em 1979 pelo engenheiro agrônomo e enólogo Mario Geisse, chileno que veio para o Brasil em 1976. Ao perceber o potencial que existia para a produção de espumantes, Mario fincou os pés por essas terras e construiu uma das mais premiadas Vinícolas brasileiras.
Hoje a Geisse conta com instalações super modernas e elabora seus espumantes apenas pelo método champenoise, com cultivos de menor quantidade, o que garante maior qualidade em seu produto final, além da utilização da Thermal Pest Control (TPC), que dispensa o uso de agrotóxicos.

Elaboração:

O processo passa pelas fermentações (seca e malolática). A primeira fermentação acontece dentro de tanques, a segunda já na garrafa.

               

              

Nos pupitres (suportes que deixam as garrafas na posição horizontal e inclinadas) é feito o ‘remuage’ (movimentos circulares feitos com a mão uma vez por dia). O objetivo é levar a borra do fermento para junto do gargalo.

       

Parte-se, então, para o ‘degogerment’, onde os resíduos são congelados, a tampa é aberta com um abridor especial e eles são expelidos.

A borda interna da garrafa é limpa, a rolha colocada e com a garrafa contra luz, averigua-se a limpidez.

Trinta dias após a rotulagem, o espumante já esta liberado para comercialização.

    

Bem, depois de tanto aprendizado, vamos para a melhor parte: a degustação!

             

A Cave Geisse está aberta a visitas. Você será super bem recebido por lá.

Aproveite e curta a área externa deles

e a paisagem de todo o entorno.  Ótima para um pic-nic!

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