Arquivo da tag: Espumantes

Evento Vinícola Perini

Eu sou uma defensora dos vinhos brasileiros e cada vez que tenho oportunidade de conhecer alguma novidade, faço questão de prestigiar e, se gostar, divulgar.
Ontem, dia 16/04/2013, tive o prazer de participar de um evento proporcionado pela Vinícola Perini, na Vinheria Percussi, em São Paulo, a convite do meu amigo Orestes de Andrade Jr.
Os vinhos nos foram apresentados durante o jantar, de forma lúdica e prática pelo enólogo da Perini, Leandro Santini, enquanto os degustávamos acompanhados por delícioso pratos.
Foi um evento muito agradável e saboroso.

Quanto aos vinhos, foi uma surpresa atrás da outra!
Vinhos agradabilíssimos, muito bem elaborados e alguns surpreendentes.

A Perini fica no Vale Trentino, em Farroupilha-RS e, desde 2005 se instalou também em Garibaldi, para a produção de espumantes.
Descendentes de italianos, a Perini começou sua produção em 1928 pelas mãos de João Perini, cujas iniciais a vinícola mantém em algumas linhas de seus vinhos e sucos: o JP. Mas só a partir de 1970, começou a comercializá-los.
Hoje ela cresceu, investiu em tecnologia e, além de surpreender Brasil afora com seus vinhos, em 2013 começou a distribuir também para os Estados Unidos, através da Southern Wine & Spirits, maior importadora de bebidas do país, para Nova York, Florida e California. A linha chama-se Macaw, que significa Arara, em inglês. Nada mais brasileiro, não é mesmo?

Parabéns ao Pablo Onzi Perini, Franco Perini, Rogério Salazar, Marcio Bonilha, Orestes de Andrade Jr e Silvia Percussi.
Foi tudo perfeito!

Bem, vamos aos registros do evento e às impressões dos vinhos:

Entre no site da Vinícola Perini e saiba muito mais, clicando aqui

Anúncios

Deus, segundo Baruch Spinoza

s

Oi amigos, hoje não postarei algo sobre vinhos especificamente, mas sobre Degustar a Vida, brindá-la e aproveitá-la da melhor forma possível.
Saúde!

“Pára de ficar rezando e batendo o peito! O que eu quero que faças é que saias pelo mundo e desfrutes de tua vida. Eu quero que gozes, cantes, te divirtas e que desfrutes de tudo o que Eu fiz para ti. 

Pára de ir a esses templos lúgubres, obscuros e frios que tu mesmo construíste e que acreditas ser a minha casa.

Minha casa está nas montanhas, nos bosques, nos rios, nos lagos, nas praias. Aí é onde Eu vivo e aí expresso meu amor por ti.

Pára de me culpar da tua vida miserável: Eu nunca te disse que há algo mau em ti ou que eras um pecador, ou que tua sexualidade fosse algo mau.

O sexo é um presente que Eu te dei e com o qual podes expressar teu amor, teu êxtase, tua alegria. Assim, não me culpes por tudo o que te fizeram crer.

Pára de ficar lendo supostas escrituras sagradas que nada têm a ver comigo. Se não podes me ler num amanhecer, numa paisagem, no olhar de teus amigos, nos olhos de teu filhinho… Não me encontrarás em nenhum livro!

Confia em mim e deixa de me pedir. Tu vais me dizer como fazer meu trabalho?

Pára de ter tanto medo de mim. Eu não te julgo, nem te critico, nem me irrito, nem te incomodo, nem te castigo. Eu sou puro amor.

Pára de me pedir perdão. Não há nada a perdoar. Se Eu te fiz… Eu te enchi de paixões, de limitações, de prazeres, de sentimentos, de necessidades, de incoerências, de livre-arbítrio. Como posso te culpar se respondes a algo que eu pus em ti? Como posso te castigar por seres como és, se Eu sou quem te fez? Crês que eu poderia criar um lugar para queimar a todos meus filhos que não se comportem bem, pelo resto da eternidade? Que tipo de Deus pode fazer isso?

Esquece qualquer tipo de mandamento, qualquer tipo de lei; essas são artimanhas para te manipular, para te controlar, que só geram culpa em ti. Respeita teu próximo e não faças o que não queiras para ti. A única coisa que te peço é que prestes atenção a tua vida, que teu estado de alerta seja teu guia.

Esta vida não é uma prova, nem um degrau, nem um passo no caminho, nem um ensaio, nem um prelúdio para o paraíso. Esta vida é a única que há aqui e agora, e a única que precisas.

Eu te fiz absolutamente livre. Não há prêmios nem castigos. Não há pecados nem virtudes. Ninguém leva um placar. Ninguém leva um registro.

Tu és absolutamente livre para fazer da tua vida um céu ou um inferno.
Não te poderia dizer se há algo depois desta vida, mas posso te dar um conselho. Vive como se não o houvesse. Como se esta fosse tua única oportunidade de aproveitar, de amar, de existir. Assim, se não há nada, terás aproveitado da oportunidade que te dei.

E se houver, tem certeza que Eu não vou te perguntar se foste comportado ou não. Eu vou te perguntar se tu gostaste, se te divertiste… Do que mais gostaste? O que aprendeste?

Pára de crer em mim – crer é supor, adivinhar, imaginar. Eu não quero que acredites em mim. Quero que me sintas em ti. Quero que me sintas em ti quando beijas tua amada, quando agasalhas tua filhinha, quando acaricias teu cachorro, quando tomas banho no mar.

Pára de louvar-me! Que tipo de Deus ególatra tu acreditas que Eu seja?
Me aborrece que me louvem. Me cansa que agradeçam. Tu te sentes grato? Demonstra-o cuidando de ti, de tua saúde, de tuas relações, do mundo. Te sentes olhado, surpreendido?… Expressa tua alegria! Esse é o jeito de me louvar.

Pára de complicar as coisas e de repetir como papagaio o que te ensinaram sobre mim. A única certeza é que tu estás aqui, que estás vivo, e que este mundo está cheio de maravilhas. Para que precisas de mais milagres? Para que tantas explicações? 

Não me procures fora! Não me acharás. Procura-me dentro… aí é que estou, batendo em ti.” 

Baruch Spinoza (24 de novembro de 1632, Amsterdã — 21 de fevereiro de 1677, Haia) foi um dos grandes racionalistas do século XVII, dentro da chamada Filosofia Moderna, juntamente com René Descartes e Gottfried Leibniz. 

Prestigiando a Adega O Barricão

2013-03-15 19.34.46

São Paulo é mesmo uma cidade surpreendente e diversa.
Dias atrás, indo à um wine-bar com minha amiga Renata, ela me pediu para dar uma passadinha na Rua dos Pinheiros apenas para dar um beijo em sua amiga que estaria em um bar ali, comemorando seu aniversário.
Paramos, conheci a amiga da Rê e seu marido, que estavam em uma mesinha na calçada tomando uma cerveja e, quando me ofereceram um copo e recusei, a Renata comentou que eu gostava mesmo era de vinhos! (não é bem assim, mas como iria tomar vinhos no wine-bar, não queria misturar)
De repente, apareceu o Ricardo, o proprietário, se apresentou, me cumprimentou e me disse: Ah, você gosta de vinhos? Que bom! Então espere aí!
Foi lá dentro e voltou com uma garrafa de espumante geladinho e abriu para mim!

Que gentileza! E, melhor, o espumante estava ótimo! Era um nacional Don Guerino, Brut Rosé.
Inclusive eu já havia degustado esse espumante em uma avaliação que participei a convite do IBRAVIN e realmente, ele é a cara de uma happy hour, um papo gostoso na mesa de um bar com amigos, sem precisar necessariamente de harmonização!
Claro que o meu olhar em relação ao lugar mudou na hora: Mesinhas na calçada, espumante geladinho, com um dono super solícito! Do jeito que gosto!
Vou voltar, avisei!
Bem, foi desse jeito que conheci esse empório super tradicional de São Paulo, a Adega O Barricão.

Ontem liguei para o Ricardo e reservei uma mesinha na calçada. Fui com umas amigas, inclusive a Rê, que estava comigo da primeira vez.
O Ricardo estava lá, com um sorriso no rosto e toda gentileza do mundo, nos esperando.

O Barricão está há 40 anos na Rua dos Pinheiros e a história de Ricardo se confunde com a história de seu estabelecimento, pois Ricardo começou ali como funcionário, sócio e depois proprietário.

O lugar é aconchegante, informal, com cardápio enxuto, mas com petiscos muito saborosos.
Ah, os banheiros são limpíssimos!
Por ser um distribuidor, os preços são de loja e não de bar.
Há também cervejas gourmet maravilhosas.
Indico e voltarei várias vezes: vida longa ao Barricão!

Endereço, Horários e Telefone:

Rua dos Pinheiros 453, Pinheiros – São Paulo.
Segunda à Quarta-Feira das 9:00hs ás 20:00hs.
Quinta-Feira e Sexta-feira das 9:00hs ás 22:30hs.
Sábado das 10:00hs ás 20:00hs.
Em dias de eventos os horários podem sofrer alterações.
Tel: (11)3064-1913.

Degustando a Vida na Serra Gaúcha, Vinícola Vallontano

Meu último dia de visitas foi também o dia de encontrar as pessoas que motivaram a minha viagem: Talise e Luís Zanini, proprietários da Vinícola Vallontano.

Nos conhecemos pelo Facebook, em função das discussões do polêmico pedido de Salvaguardas e, aos poucos, fomos percebendo que nossas afinidades iam além do nosso amor ao vinho: nossos valores e ideais!
No encontro da Mistral, quando conheci pessoalmente o Luís e falei ao telefone com Talise, decidi que minha próxima viagem seria para visitá-los!

Era um dia lindo, ensolarado e, ao estacionar na Vallontano, logo avistei Talise me aguardando.

Que emoção! Um sorriso no rosto, um beijo, um abraço apertado.
Nos sentamos para um papo sem pressa, regado ao mítico Peverella, Era dos Ventos (Era dos Ventos, um projeto idealizado por Luis Zanini, Álvaro Escher,e Pedro Hermeto, que faz apenas pequenas produções)
Impecável e Singular!

Mais tarde, Luís chegou para nos fazer companhia e completar nosso esperado encontro. Um encontro tão agradável, como se já fôssemos velhos amigos!

Almoçamos na Vinícola, no Vallotano Bistrô-Café, uma massinha recheada de abóbora com molho de nozes, que harmonizou divinamente com o Peverella, se bem que esse vinho precioso nem precisa de harmonizações!
Foi lá mesmo que fizemos as degustações.
Em minha modesta opinião, digo que os vinhos da Vallontano são vinhos  que revelam as características do terroir do Vale dos Vinhedos e a  personalidade singular do seu enólogo Luís Henrique Zanini.
Apoiado por sua brilhante esposa Talise, eles não se rendem às super produções, ao gosto institucionalizado e aos padrões estabelecidos.

Agradeço demais a oportunidade de partilhar tão bons momentos juntos, regados à vinhos fantásticos. Tudo perfeito! Muito obrigada!

          

  

Tomo a liberdade de reproduzir a poesia de Luís Zanini:

“Beber o dia como se fosse noite
Beber a lágrima como se fosse mar
Beber a luz como se fosse alma

Beber tua boca como se não fosse flor
Beber teus olhos como quem não toca as mãos
Beber teus sonhos como quem rouba a lua

Beber dos ventos, confundir o tempo,
Beber da Era a solitária valsa
Beber das terras, as chuvas, e os sóis, entorpecer

Morrer de vinhos, moinhos de mim…
(outrora vez)
Beber o fim.”

Vida longa às pessoas singulares! Saúde!

Para maiores informações, clique aqui.

Degustando a Vida na Serra Gaúcha, Vinícola Estrelas do Brasil

Minha viagem à Serra foi uma aventura pois não tive tempo nenhum para planejá-la.
Mas tudo foi tão perfeito que, embora eu não tenha conseguido visitar todas as Vinícolas que eu gostaria, as que consegui, foram visitas de qualidade. Para conhecer, conversar e degustar sem pressa. Melhor assim.

Foi em um contato telefônico que marquei com Irineo Dall’Agnol sócio proprietário da Vinícola Estrelas do Brasil.
Eu não o conhecia pessoalmente, nem conhecia sua Vinícola, mas, liguei o GPS e lá fui eu!
Quando cheguei, me deparei com uma paisagem de tirar o fôlego! Curtindo esse visual, avistei um homem vindo em minha direção e afirmei:
– Eu não acredito que você mora nesse lugar!
Ele me respondeu:
– Agora moro! Vamos caminhar!

E foi nessa paisagem, que conheci todo o espaço, e que Irineo me contou sobre seus futuros projetos. Um deles já está quase pronto: o espaço para degustação e harmonização.

Fiquei encantada com as ideias desse cara espontâneo, cheio de projetos!
Depois da caminhada, fomos aos vinhos, que Irineo fez questão de abrir para mim.
A qualidade e personalidade me surpreendeu demais!
O Espumante Brut foi campeão, e não tive como dispensá-lo, como fazemos nas degustações. Pegamos uma garrafa e fomos degustá-la assistindo à um pôr-do-sol inesquecível.

Eu, degustando a vida!
 

Meu amigo Irineo e seu fabuloso espumante Brut Champenoise!

E todos os seus vinhos. Sensacionais!
               

                

                

E, como nessa vida não há coincidências, Irineo me surpreendeu com uma camisa que ele mandou pintar há muito tempo atrás. Vejam o que está escrito! Ganhei de presente! Amei!

Só posso agradecer simpatia e hospitalidade desse talentoso enólogo e dizer-lher  que me aguarde, pois voltarei em breve. Vai lá Estrelas do Brasil!

Degustando a Vida na Serra Gaúcha, Parque Temático da Vinícola Dal Pizzol

Continuando o passeio por Faria Lemos, cheguei à Vinícola Dal Pizzol.

Eu já conhecia essa Vinícola e seus maravilhosos vinhos, mas decidi voltar para fazer umas fotos do Parque, pois quando estive lá, infelizmente choveu.

Fui carinhosamente recebida pelo Sr. Antonio Dal Pizzol, seu proprietário, que fez questão de caminhar comigo, me contando um pouco da história do lugar e, ao mesmo tempo, me mostrando suas belezas.

O espaço conta com quadra, área de churrasqueira, inclusive com mesinhas para um pic-nic, além do restaurante que funciona sob agendamento, servindo refeições harmonizadas.

         

Remetendo ao passado, encontramos ali, maquinários preservados, que contam um pouco da história do lugar e da imigração italiana.

     

Existe ali um “vinhedo laboratório”, um projeto denominado Vinhedo do Mundo, onde inúmeras cultivares de várias regiões do mundo foram plantadas para análise. São cerca de 5 mudas cada uma. O suficiente para se analisar o potencial de desenvolvimento naquele terroir. As que melhor se adaptam são micro vinificadas. É muito legal você se deparar com tantas espécies!

   

                

Aonde era o forno da Olaria, hoje fica a Enoteca, repleta de vinhos  de antigas safras.
                  

Há também um espaço para degustação e uma loja de vinhos.

         

Tudo isso, além dos vinhos impecáveis produzidos pela Dal Pizzol. Inclusive, seu enólogo, Dirceu Scottá, foi eleito pela Associação Brasileira de Enologia o enólogo do ano 2012. Parabéns, Dal Pizzol!

                

Olhem só que o Sr. Antonio plantou: um sobreiro! Fiquei emocionada!
Agradeço, de coração à receptividade do Sr. Antonio e o parabenizo pela qualidade do seu espaço e de seu vinho.
Visite!

      

Para maiores informações, clique aqui.

Degustando a Vida na Serra Gaúcha, Vinícola Don Giovanni

Quando visitei a Serra Gaúcha pela primeira vez, fiquei tão encantada que decidi que voltaria para passear por lá do meu jeito, sem  pressa, fotografando, fazendo um pit stop para um pic-nic e um vinho, curtindo, enfim, com tranquilidade.

Na última semana de setembro/2012 estive por lá, e iniciei esse projeto de mostrar para quem não conhece, um pouquinho desse lugar encantador.

Infelizmente, o tempo acabou sendo curto e, como minhas visitas foram longas, de qualidade, acabei deixando de visitar vários lugares.

Felizmente, pretendo voltar em breve, para continuar os passeios e contá-los a vocês.

A ideia é falar dos vinhos sensacionais elaborados naquela região e, além disso, mostrar as paisagens e dar sugestões de lugares para curtir aquele visual.

Comecei pela região de Pinto Bandeira, distrito de Bento Gonçalves, hoje conhecida como região dos Vinhos da Montanha, distante aproximadamente 10 km de Bento Gonçalves. O passeio pela serra é lindo. Além dos parreirais que você vê por todos os lados, havia muita plantação de pêssegos também.

Há várias Vinícolas nesse trecho.

           

Minha segunda parada foi para conhecer a Vinícola Don Giovanni:

Em 1982 Ayrton Giovanni e Beatriz Dreher Giovanni adquiriram a propriedade que pertencia à Dreher, cujos proprietários eram os avós paternos de  Beatriz. Só aí você já pode imaginar quantas histórias guarda esse lindo lugar.

Atualmente a Don Giovanni é gerenciada pelo meu amigo Daniel Panizzi, genro de Ayrton e Beatriz, que tem feito um trabalho sensacional de modernização da  Vinícola, sempre com muito profissionalismo e bom gosto.

Localizada em Pinto Bandeira, distrito de Bento Gonçalves, distante 12 km da cidade, a Vinícola é simplesmente encantadora e, além dos Parreirais e Cantina, ainda conta com Sala de Degustação, Loja de Vinhos, Restaurante e Pousada, em seus 18 hectares.

Bem, vamos deixar o papo de lado e curtir a paisagem, que diz mais do que qualquer palavra:

Loja
A Pousada é, na verdade, um antigo casarão de 1930, com 7 quartos espaçosos e lindamente decorados.

       

   

Essa cabana é um antigo estábulo que foi reformado e fica no meio dos parreirais. Super aconchegante e confortável, está também disponível para locação. Estou pensando em passar um tempo ali …
Abaixo, fotos dos espaço interno.

             

Paisagens inesquecíveis e alcachofras cultivadas para consumo próprio

   

Bem, quanto aos vinhos, fui brindada com os melhores espumantes da casa.

Esse foi o meu preferido!

A Don Giovanni tem como enólogo o profissional e agora meu amigo também, Luciano Vian.

Luciano nos brindou com seu conhecimento, tanto ao ajudar-nos nas análise dos vinhos nas barricas e até sobre a fermentação de espumantes in loco me mostrando o processo de elaboração do licor de tiragem.

Licor de tiragem: elaborado com vinho base adicionado de leveduras selecionadas e açúcar refinado na proporção necessária para atingir, na fermentação, pressão de 6atm (aproximadamente 24 gramas de açúcar por litro).

PREMIAÇÕES

 A revista Adega nro 93 elegeu o espumante Don Giovanni Série Ouro o melhor champenoise brasileiro. 91 pontos.

Agora, mais um pouco de Desgustar a Vida na Don Giovanni, jantando no Restaurante da Vinícola com meu querido amigo Daniel Panizzi. Perfeito!

Vai lá!