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Esqueça as enochatices e seja feliz!

Inspirada em uma matéria que acabei de ler sobre “ditaduras sociais”, gostaria de começar esse papo dizendo: Você não “precisa” gostar de vinhos.

O grande barato de minha page e meu blog é tentar levar o vinho para o seu dia a dia, mas, se essa não é sua praia, tudo bem, não se cobre por isso!

Agora, se você gosta de vinhos, mas não conhece muito, por favor, não se assuste ao se deparar com tantas pessoas postando fotos de vinhos caros, lugares luxuosos, degustações para grupos fechados à 7 chaves e um montão de outros bla bla bla …

Muitas coisas fazem parte mesmo do dia a dia de quem trabalha com isso, mas muita coisa é para manter um glamour que está pra lá de ultrapassado. O mundo do vinho aqui no Brasil foi assim até bem pouco tempo atrás, mas esse modelo está caindo por terra. Ainda bem!

Lembre-se sempre de que vinho é alimento. 

Vinho é feito de uva, que vem da terra, portanto, um produtor, antes de tudo é um homem “do campo”, que lida com a natureza e suas intempéries.

Quando for escolher um vinho para beber, seja em um Wine-Bar, Boteco, Restaurante, Supermercado, Loja Especializada ou Empório, não se intimide, peça ajuda ao sommelier ou ao atendente e, te garanto que o primeiro passo para saber se ele é mesmo competente, é se ele quiser saber sobre o seu gosto e o seu bolso.
Se ele te indicar apenas o mais caro, fuja dali sem a menor cerimônia, por favor!

Você não precisa disso pois há vários vinhos bons, wine-bares despretensiosos a ótimos preços, sem nariz empinado e sem frescuras, para ir e curtir.

Da próxima vez, leve vinho ao seu piquenique, churrasco, praia, piscina, happy-hour …

Deguste-o sozinho ou acompanhado, lendo um livro, assistindo à um filme ou ouvindo uma canção.

Lembre-se que vinho harmoniza com alimentos, charutos e com por-do-sol, por que não?!

E, acima de tudo, não se esqueça: escolha sempre aquilo que te dá prazer, deguste a vida e seja feliz!

Você merece!
Nós merecemos!

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Hedonismo

hedonismo
“Relaxe.

Chegou a hora de trabalhar menos e realizar mais, de rejeitar o comodismo e os perigos da vida estruturada e adotar a sabedoria dos antigos gregos, de quem herdamos uma palavra que define esse jeito de encarar as coisas: hedonismo.

Embora os defensores da disciplina da auto-ajuda nos digam o contrário, lazer e prazer ainda não morreram e nunca é tarde demais para o hedonista feliz que existe dentro de você vir à tona.

Permita que o desejo seja o seu guia enquanto você ousa sair de férias sem os seu laptop e o seu telefone celular.

Deixe o vinho e o sexo melhorarem a sua vida.

Ceda ao impulso secreto de não fazer absolutamente nada.”

(Extraído do livro Manual do Hedonista – Dominando a esquecida arte do prazer, de Michael Flocker)