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Degustando a vida na Vinoteca La Madrileña também na hora do almoço

Além dos vinhos, tapas e pratos, a Vinoteca La Madrileña também oferece de terça à sexta-feira um almoço executivo com pratos típicos espanhóis.

A cada dia é um cardápio diferente, com entrada, prato principal e sobremesa. Tudo isso por apenas R$ 27,50.

Caso você queira harmonizar com vinho, a taça sai por R$ 10,00.

Nada mal, hein?

Estive lá na última sexta-feira, dia 19/07/2013. Veja o cardápio daquele dia:
1º) Sopa de Cabelo de Anjo (Cocido Madrileño) ou Creme de Couve-flor com Alho Poró
2º) Grão de Bico com Carnes (Cocido Madrileño) ou Arroz Caldoso de Carapau (Peixe) o Rabada ao Vinho Tinto com Purê de Batatas
Sobremesa: Crema Catalana

Tudo delicioso e super bem feito!

La Madrileña
Rua Cônego Eugênio Leite, 1127. Pinheiros, São Paulo.
Horário de funcionamento
Segunda: fechado
Terça a quinta: 11:30 às 15:30 e 19 às 23
Sexta: 11:30 às 15:30 e 19 às 00:00
Sábado: 12:00 às 00:00
Domingo: 12:00 às 17:00

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Degustação de Vinhos Espanhóis na Enoteca La Madrileña

O La Madrileña é uma casa de vinhos que tem uma história muito bacana.

Seus donos, Emerson Mafra e Edson Saraiba decidiram abri-la quando ainda moravam na Espanha e estavam pensando em voltar para o Brasil.
Foi quando saíram em busca de vinhos de qualidade e de pequenos produtores na região de Rioja, Ribeira del Duero e Rueda.
O resultado disso foi que vários produtores se interessaram em ter os seus vinhos representados no Brasil e coube a Emerson e Edson, com a ajuda de um profissional, a difícil tarefa de escolher apenas alguns exemplares para trazerem para cá.

Pois bem, depois de muita burocracia, os vinhos chegaram, 15 rótulos ao todo, e assim surgiu a ideia de apresentá-los através de degustações, as quais tive o privilégio de conduzir.

Foi um grande prazer, primeiro porque gosto dos vinhos. Aliás, jamais conseguiria apresentar algum produto que não gosto ou que não acredito.
Segundo, porque tive carta branca dos meninos para fazer as coisas do meu jeito, sem cara de aula, ou com muito “enologuês”, justamente porque eles acreditam, assim como eu, que vinho tem que ser uma coisa descomplicada e prazerosa acima de tudo.

Minha ideia foi falar um pouco sobre a história da Viticultura na Espanha, dar uma pincelada sobre as regiões produtoras e servir comidinhas que acompanhavam os vinhos, para exercitarmos nossos sentidos, identificando as melhores e piores harmonizações, aromas e sabores.

Senti as pessoas muito interessadas e muito à vontade.

Foi uma experiência muito importante e enriquecedora para mim.
Agradeço a confiança de Emerson e Edson e o apoio e suporte incondicional e constante de Raúl Javales, desde o início.
Apareçam por lá para degustarem esses maravilhosos vinhos.
Vocês não se arrependerão!

R. Cônego Eugênio Leite, 1127 | Fone: 11 3034-0344 | lamadrilenasp@gmail.com

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2a. Degustação de Vinhos Espanhóis no La Madrileña

Mais uma vez, a convite dos meus queridos amigos Edson Sarabia, Emerson Mafra e Raúl Javales, conduzi a 2a. degustação de vinhos espanhóis no restaurante e vinheria La Madrileña, em São Paulo.
Confesso que estudo bastante antes de um evento desses e que existe uma preparação para que tudo corra bem, mas, o trabalho fica muito agradável por acreditar que os vinhos são muito bons!!!
Bem, como acho que uma degustação não é apenas se tomar um vinho, mas sim, ter uma experiência gustativa e sensorial, gosto de fazer uns exercícios nos quais podemos despertar os sentidos.
Nesse caso, pedi para que o pessoal montasse uns pratos com comidinhas que entendi que poderiam harmonizar com pelo menos um dos vinhos apresentados: iscas de cação, queijo brie, chorizo espanhol, jamon serrano, carne moída temperada para o Sartén, . Resultado: as pessoas novamente adoraram esse momento. A experiência do gosto e da percepção!
Mesmo que você não tenha conseguido ir, fique atento, pois faremos outras. Sinceramente, acho que vale muito a pena!!!

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VINHO 1

REI SANTO VERDEJO
Rey Santo Semi-dulce

Tipo: Vinho branco suave sem envelhecimento em barril.
Safra: 2010
Região:
D.O. Rueda (La Seca, Valladolid – Espanha).
Variedades: 100% Verdejo.
Produtor: Javier Sanz Viticultor.

Notas de degustação: Vinho brilhante de tonalidade palha, de aroma floral marcante, agradável e suave, intenso mas nada enjoativo, retrogosto longo com boa acidez, notas cítricas e de fruta madura.

Temperatura de serviço e recomendações: Servir a uma temperatura en torno aos 8ºC.

Harmonização: Acompanha perfeitamente aperitivos, pratos leves e sobremesas pouco açucaradas ou à base de frutas. Vai muito bem também com queijos cremosos ou mais curados.

Curiosidades:
Verdejo é a uva ícone da D.O. Rueda, portanto, quando você vir que um vinho vem dessa região, pode apostar que ele é de Verdejo.
Aliás, você sabe o que é uma D.O.?
D.O quer dizer Denominação de Origem, uma forma de se padronizar os vinhos de determinada região, garantindo-lhe a qualidade e procedência. Quer dizer que um vinho de uma D.O. passou por uma fiscalização, não é feito de qualquer jeito.
A Verdejo tem como característica toques minerais, grama, mel, flores brancas e às vezes frutas tropicais.

Quanto ao vinho Rey Santo Semi-dulce, como o nome diz e a boca também, esse vinho é semi-doce. Mas, não se assuste, nada de açucar foi adicionado à ele.
Não sei se você sabe, mas na fermentação, parte do açucar do mosto ou suco do vinho é transformado em álcool. Por isso, uvas muito doces, que amadureceram em lugares mais quentes, tendem a dar vinhos mais alcoólicos.
No caso desse vinho, a fermentação foi interrompida e isso fez com que ficasse um pouco de açucar no vinhos, que tecnicamente chamamos de “açucar residual”, por isso ele é doce.

 

VINHO 2
REI SANTO MEIO DOCE

Rey Santo Rueda

Tipo: Vinho branco seco sem envelhecimento em barril.
Safra: 2010
Região: D.O. Rueda (La Seca, Valladolid – Espanha).
Variedades: 50% Verdejo, 50% Viura.
Produtor: Javier Sanz Viticultor.

Notas de degustação: Vinho brilhante entre amarelo-limão e palha com tons dourados, de aroma fino afrutado com notas de maçã verde, anis e um toque de frutas tropicais, em boca mais cítrico, seco e saboroso, com um perfeito equilibrio entre teor alcoólico e acidez.

Temperatura de serviço e recomendações: Servir a uma temperatura en torno aos 8ºC.

Harmonização: Combina muito bem com frutos do mar em geral, peixes grelhados ou cozidos, com molhos e especiarias, queijos maduros ou semi-maduros, patés e até carnes como o cordeiro na brasa.

Curiosidades:
Como vimos no vinho anterior, a Verdejo é uma casta que dá vinhos frescos, com toque de grama  e floral.
Também conhecida como Macabeo, a Viura é uma casta que dá vinhos minerais e com aromas de mel. Esse corte talvez equilibre o vinho, dando-lhe maciez e acidez na medida certa. 


VINHO 3

Eridano Selección

ERIDANO SELECCION
Tipo: Vinho tinto seco envelhecido 6 meses em barril de carvalho.
Safra: 2009
Região: D.O.C. Rioja (Sajazarra, La Rioja – Espanha).
Variedades: 90% Tempranillo; 10% Garnacha.
Produtor: Bodegas y Viñedos Puente del Ea
Notas de degustação: Vinho de tonalidade cereja de capa média-alta, aromas frutais frescos próprios de zonas limite de cultivo, textura muito equilibrada em boca, saboroso e elegante.
Temperatura de serviço e recomendações: Servir a uma temperatura entre 13ºC e 15ºC.
Harmonização: Recomendado para acompanhar carnes, cozidos e sobremesas cremosas.

Curiosidades:
A uva Tempranillo é a uva tinta ícone da D.O.C Rioja. A grande maioria dos vinhos dessa região é elaborada com essa uva.
Ela tem aromas de frutas vermelhas, groselha, às vezes um toque herbáceo e, quando passada em barrica, couro e baunilha.
A Garnacha, Grenache na França, é uma uva mais rude, pesada, que, nesse caso, serviu para dar mais cor, estrutura e álcool ao vinho. Esse vinho passa 6 meses em barrica, que o deixa mais elegante, sem perder o frescor.  Em  minha opinião, muito equilibrado.

VINHO 4

Artuke Crianza

 ARTUKE CRIANZA

Tipo: Vinho tinto seco envelhecido 12 meses em barril de carvalho francês 80% e americano 20% de 1, 2 e 3 anos.
Safra: 2008
Região: D.O.C. Rioja (Baños de Ebro, Álava – Espanha).
Variedades: Tempranillo 90%; Graciano 10%.
Produtor: Bodegas y Viñedos Artuke – Família Miguel Blanco.
Notas de degustação: Marcante em aromas de frutas silvestres, baunilha e alcaçuz, de tonalidade rubí, suave e equilibrado em boca, glicérico, fresco, com equilibrada acidez e levemente adstringente.
Premios e pontuações: 2º lugar XVIII Premios Vendimia 2011
Temperatura de serviço e recomendações: Decantá-lo por 30 min. e servir a uma temperatura entre 15º e 16ºC.
Harmonização: Excelente no acompanhamento de carnes vermelhas e brancas, legumes, pratos de arroz e queijos maduros.

Curiosidades:
Mais um vinho elaborado com a Tempranillo e totalmente diferente do anterior.Nesse caso, o vinho passou 12 meses em carvalho, sendo que 80% em carvalho francês, o que dá aromas complexos ao vinho, tais como café, tostado, defumado, couro e 20% em carvalho americano, o que dá mais aromas de coco e baunilha.A uva Graciano aparece nesse vinho com 10% para lhe dar estrutura, cor e acidez.

 VINHO 5

Burgo Viejo Gran Reserva

BURGO VIEJO GRAN RESERVA 

Tipo: Vinho tinto seco envelhecido 24 meses em barril de carvalho francês.
Safra: 2002
Região: D.O.C. Rioja (Alfaro, La Rioja – Espanha).
Variedades: 100% Tempranillo
Produtor: Bodegas de Família Burgo Viejo.
Notas de degustação: Rioja clássico de tonalidade rubí com matizes telha, de nariz marcado por aromas torrefatos, couro e chocolate. Em boca destaca a sua suavidade e sua potência, com taninos firmes e persistência dos aromas experimentados na fase olfativa.
Temperatura de serviço e recomendações: Servir a uma temperatura em torno aos 17ºC.
Harmonização: Ideal para o acompanhamento de caças e queijos maduros.

Curiosidades:
Você já parou para pensar que esse vinho demorou pelo menos 5 anos até sair da Vinícola?
Não é incrível pensar no tempo que se leva para um vinho desses estar pronto?
Lembrando que um Gran Reserva passa 24 meses em barrica e depois fica mais 36 meses na garrafa.
Como nosso vinho foi envelhecido em carvalho francês, a probabilidade é que ele seja estruturado, mas, sem aquelas explosões de aromas e sabores, isto é, que tenha aromas e sabores mais elegantes.

 

Degustando os Novos Vinhos do La Madrileña

Foi com imensa alegria que recebi o convite para participar dia 27/02/2013 de uma degustação na Casa de Vinos La Madrileña, onde tive o prazer de avaliar alguns dos novos rótulos que acabaram de chegar.
Todos escolhidos pessoalmente pelos proprietários Edson Sarabia e Emerson Mafra, com a assessoria técnica de experientes enólogos e sommeliers, os vinhos apresentaram a tipicidade de suas regiões de origem: Rueda, Ribera del Duero e Rioja.

Antes de postar sobre os vinhos, gostaria de falar um pouco dessas regiões tão incríveis da Espanha.
MAPA VINÍCOLA ESPANHA2

Rueda
rueda

Essa antiga área foi recentemente impulsionada após conquistar o status de DO em 1980. O “terroir”, que se encontra no nordeste de Meseta, se estende largamente entre cidades que tiveram um papel importante na história medieval da Espanha.
O extensivo replantio de áreas com uvas nativas, em particular Verdejo, conduziu para uma nova geração de vinhos jovens, refrescantes e muito frutados que agora estão sendo envelhecidos.


Ribera del Duero

riberadelduero

Ribera del Duero é uma região produtora qualitativamente importante, situada num planalto ao norte de Madrid, em Castilla-Leon.
Numa primeira visão, o Vale do Duero não é o local mais adequado para se plantar uvas. Com uma altitude média de 700m a 800m acima do nível do mar, tem um período de plantio relativamente curto. As temperaturas, que podem atingir cerca de 40o C durante o dia, em meados de julho, caem abruptamente durante a noite. O congelamento das vinhas, comum no inverno, continua a ser uma ameaça também na primavera. No entanto, estes extremos de temperatura parecem ser, na região, um fator positivo na produção de vinhos de alta qualidade. A acidez, que freqüentemente falta nos vinhos produzidos na Espanha central, é muito bem retida pelas uvas que crescem no ar montanhoso rarefeito de Ribera del Duero e as altas temperaturas favorecem a plena maturação das uvas.
A principal uva da região é a Tempranillo, que se adaptou muito bem aos extremos climáticos do Duero.


Rioja
rioja

Localizada no norte da Espanha, compreende a região do vale do rio Ebro, entre as cidades de Haro, a oeste, Logroño, no centro e Altaro, a leste, e está próxima de Vitoria, a capital do País Basco. 
Rioja foi a primeira região vinícola a projetar os vinhos espanhóis no mercado mundial e também a primeira região a adotar as tipificações Crianza, Reserva e Gran Reserva, hoje adotadas na maioria das regiões.
Produz essencialmente tintos de qualidade, encorpados e que pertencem à elite dos vinhos espanhóis.

Bem, agora vamos aos vinhos:

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Nome: Orden Tercera, Safra 2010, 13%
Produtor: Javier Sanz Viticultor
Região/País: D.O. Rueda (La Seca, Valladolid – Espanha)
Uva: 100% Verdejo

Minhas impressões:
De cor amarelo esverdeado, límpido, com aromas joviais, cítricos, prevalecendo maracujá, flores brancas e um toque mineral, que garante muito frescor.

Em boca é seco, corpo leve, com bastante acidez, apresentando muito equilíbrio e confirmando as impressões identificadas no nariz.
Final persistente, untuoso e muito agradável.
Um vinho perfeito para harmonizar com frutos do mar, pescados frescos, temperos leves e saladas.
Ótimo para o verão, festas e happy-hour. Um vinho alegre, delicioso e refrescante.

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Nome: Rey Santo Dulce, 2010, 11%
Produtor: Javier Sanz Viticultor
Região/País: D.O. Rueda (La Seca, Valladolid – Espanha)
Uva: 100% Verdejo

Minhas impressões:
De cor amarelo palha, límpido, com aromas joviais, cítricos, frutas tropicais e caramelo.
Em boca é meio doce, corpo leve, fresco, apresentando bastante equilíbrio entre acidez e doçura.
Só para ilustrar, a doçura é conseguida através da interrupção da fermentação.
Um vinho muito interessante, de final longo e muito agradável.
Ótimo para ser degustado na praia, piscina, verão, festas e happy-hour.
Enfim, um vinho alegre!

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Nome: Artuke Maceración Carbónica, 2011, 14%
Produtor: Bodegas y Viñedos Artuke – Família Miguel Blanco
Região/País: D.O.C. Rioja (Baños de Ebro, Álava – Espanha)
Uva: Tempranillo 95%; Viura 5%

Minhas impressões:
De cor púrpura claro, translúcido, com aromas joviais de frutas vermelhas frescas, floral, com um toque balsâmico e herbáceo.
Em boca apresenta corpo leve, fresco (talvez aí se explique os 5% de viura nesse corte), muito aromático, confirmando as sensações do nariz, com acidez muito presente, final persistente, pouco tânico, mineral e complexo.
Um ótimo vinho para quem só quer petiscar, mas que não abre mão de um tinto.
Perfeito para festas e happy-hour, carnes brancas, saladas, massas com molho de tomates frescos, ervas, queijos, etc.

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Nome: Desafío Crianza, 2008, 14%
Produtor: Bodegas y Viñedos Frutos Aragón
Região/País: D.O. Ribera del Duero (Roa de Duero, Burgos – Espanha)
Uvas: 80% Tempranillo e 20% Merlot

Minhas impressões:
De cor púrpura intenso, com aromas de frutas vermelhas maduras, compota, especiarias, baunilha e tabaco.
Em boca confirma as sensações presentes no nariz, tanino bastante presente, o que demonstra que tem potencial de guarda e final longo e persistente.
Um vinho gastronômico, que precisa ser aberto um tempo antes de ser degustado e acompanhado por carnes e comidas com mais estrutura.

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Nome: Eridano Reserva, 2005
Produtor: Bodegas y Viñedos Puente del Ea
Região/País: D.O.C. Rioja (Sajazarra, La Rioja – Espanha)
Uvas: 90% Tempranillo; 10% Garnacha

Minhas impressões:
De cor rubi intenso, apresentando sinais de evolução, com aromas de frutas negras, principalmente ameixas, compotas, couro e especiarias.
Em boca confirma toda complexidade encontradas no nariz, tanino bem equilibrado, macio, persistente e com final bastante longo.
Um vinho gastronômico, que “pede” comida e que harmonizará muito bem com carnes, jamon, queijos duros e comidas com mais estrutura.
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Nome: Burgo Viejo Gran Reserva, 2002
Produtor: Bodegas de Família Burgo Viejo
Região/País: D.O.C. Rioja (Alfaro, La Rioja – Espanha)
Uva: 100% Tempranillo

Minhas impressões:
De cor púrpura profundo, com aromas de café, chocolate, baunilha, couro, terra molhada.
Muito aveludado e equilibrado, enche a boca por sua estrutura. Final longo, persistente e com retrogosto que remete à chocolate.
Um vinho gastronômico, mais sério, que “pede” comida e que harmonizará muito bem com carnes, jamon, queijos duros e comidas com mais estrutura.

Para quem quiser adquirir, é só acessar o site, clicando aqui ou vá pessoalmente e aproveite o delicioso e agradável espaço, além de degustar de vinhos fantásticos, tapas deliciosas e desfrutar da recepção impecável  de seus proprietários.
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